a atraente ideia de “empurrar com a barriga” o que não sei resolver
como definir seus próximos passos na sua carreira e nos seus relacionamentos? chegue aqui que vou te mostrar.
sabe, tem uma lição de humildade em aprender um esporte pela primeira vez. (oie, bom dia, como cê tá hoje?!)
se parar pra pensar, a gente precisa descobrir um tanto de coisas que não são óbvias pra gente, mas que outras pessoas que já fazem aquela atividade há mais tempo fazem de olhos fechados. se colocar como aprendiz, como alguém que ainda não sabe mas que quer descobrir, tem muito a ver com a forma que a gente vive, trabalha e se relaciona: admitir que precisa de ajuda pra descobrir coisas que não são fáceis não é vergonha alguma, mas a gente gosta de se enganar, né?
eu e joão (meu marido, sócio e companheiro de vida), que há alguns anos brincamos de frescobol, percebemos que quase não estávamos mais indo jogar juntos. tanto por ser difícil marcar 5 pontos seguidos, quanto pela falta de tempo e pela preguiça, fomos parando de ter aquela atividade tão gostosa entre a gente aos fins de semana. como consequência, mal estávamos frequentando a praia, ainda que a gente more do bem pertinho.
acho doido como as coisas vão se encadeando, uma coisa levando a outra.
essa semana, fazendo uma aula experimental de beach tennis (sim, oficialmente entramos pra essa seita, depois de muito resistir), me peguei pensando: quantas vezes a gente empurra a vida com a barriga, paralisa por não ter clareza dos próximos passos ou até por saber que vai dar trabalho descobrir?
Carlos, o professor com a pele bronzeada de sol e uma leveza impressionante pra um homem daquele tamanho e idade, foi nos mostrando o caminho da areia-vento-raquete-bolinha, falando do erro de outras pessoas que também não sabiam o que ou como fazer no início e onde a gente poderia melhorar. ainda estou com os ombros doloridos lembrando de como ele, muito carinhosamente, me disse: se você não se mexer, Carol, a bola vai na sua cara mesmo e não marca ponto nenhum.
lá pelas tantas na aula, fiz um saque um tanto ridículo, onde a bola e a raquete nunca se encontraram. antes que eu ficasse com vergonha de ter errado por não saber, Carlos me mostrou que precisava alinhar os ombros, os braços, a força, e não tirar os olhos da bolinha.
não tirar os olhos daquilo que quero atingir.
te conto isso porque pensei muito em como, frequentemente, a gente vai adiando aquilo que a gente gosta de fazer, o que é importante pra gente, se distraindo, tirando o foco do objetivo e esperando que, um dia, tudo se resolva sozinho. só que esse dia nunca chega, a não ser que a gente vá lá e resolva, realmente vá aprender e descobrir (!)
talvez você esteja se sentindo assim agora, sem saber ao certo qual o próximo passo no trabalho ou no seu relacionamento, vivendo um dia após o outro, deixando a vida te levar. e, sem perceber, sua carreira vai ficando estagnada…seu relacionamento vai perdendo o sentido, como se você estivesse em modo de espera. a vida está acontecendo agora, mas a cada momento que passa, você está desviando seu foco daquilo que está logo ali na sua frente…se reconhece nesse cenário?
se sim, te peço licença pra te contar que reabri as vagas para o meu programa de aceleração de carreira e autorrealização!!! na Expansão 2.0, vou te guiar, assim como já fiz com minha primeira turma da expansão lá em 2020, para que você possa ter mais clareza, planejamento e intencionalidade na vida que você quer construir e conquistar.
não tem mágica, mas tem um caminho claro para você sair do ciclo de indecisão e começar a dar passos concretos na direção da vida que deseja. a pergunta, no fim das contas, é: você está tomando as rédeas da sua trajetória, ou está esperando que o destino resolva por você?
se você sentiu que algo precisa mudar na forma como você encara seu trabalho e sua carreira, esse pode ser o momento certo para buscar a mentoria Expansão - onde eu crio com você não só um plano de carreira, mas de vida mesmo, com metas bem definidas e uma rotina que apoie essas metas. quero muito que você tenha a clareza necessária para dar os próximos passos, com mais leveza e confiança em você e na sua capacidade de mudar as coisas, de aproveitar aquilo que você gosta de fazer, inserir mais prazer no seu dia a dia e mais realização na vida como um todo.
está pronta para começar a se movimentar?
com carinho (e com ombros doloridos),
Carol Padilha.

